Ícone absoluto da maison, a Lady Dior goza de uma procura mundial constante e de subidas regulares em boutique que sustentam o seu valor em segunda mão. Mas duas Lady Dior não têm a mesma cotação: tudo se joga no tamanho, no couro e na edição.
O que faz a cotação de uma Lady Dior
- O tamanho. O Medium e o Small são os mais procurados e líquidos; o Mini segue a tendência das micro-malas; o Large revende-se mais devagar.
- O couro e o cannage. O cordeiro cannage (o acolchoado assinatura) e a vitela lisa aguentam melhor do que as lonas; um cannage limpo e regular é essencial.
- A edição. As linhas Lady D-Lite (lona bordada), D-Joy e as edições de artista ou sazonais podem ultrapassar a faixa habitual.
- A cor. Os neutros (preto, bege «rose des vents») são os mais seguros; algumas cores vivas atrasam a revenda.
- Os pendentes e as ferragens. Os charms «D.I.O.R.» completos e umas ferragens sem desgaste marcado valorizam a peça.
- O estado e a integridade. Cantos, asas, cannage e alça são examinados; fatura, dustbag e alça de origem elevam a cotação.
Faixa de recompra indicativa
Para uma Lady Dior, a cotação de recompra situa-se geralmente nesta faixa, consoante o tamanho, o couro e o estado. As Medium/Small em cordeiro cannage preto visam o topo da faixa; as lonas e os grandes formatos, a base.
Faixa ilustrativa a 17 de junho de 2026, excluindo séries limitadas e edições de coleção.
Antes de vender
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