A Dior não tem a escassez organizada da Hermès, mas os seus ícones — a Lady Dior em primeiro lugar — gozam de notoriedade mundial e de subidas de preço regulares em boutique que puxam o valor de segunda mão. O valor depende sobretudo do modelo, da pele e do estado.
Os critérios que definem o preço
- O modelo. Lady Dior e 30 Montaigne são as mais líquidas; a Saddle, reeditada por Maria Grazia Chiuri, continua muito procurada.
- Pele e cannage. O cordeiro cannage (o acolchoado característico) e o vitelo liso mantêm melhor o valor do que a lona; as edições Lady D-Lite puxam o preço.
- Cor e edição. Os neutros (preto, bege) são os mais seguros; as edições limitadas e colaborações sobem.
- O estado. Cantos, cannage, os pendentes «D.I.O.R.» e as ferragens são examinados; uma ligeira pátina pesa no intervalo, não na aceitação.
- A completude. Fatura, dustbag e alça original acrescentam valor.
Intervalos de recompra indicativos por modelo
Estes intervalos refletem as recompras firmes que observamos na Europa, excluindo séries limitadas e peças de coleção. O valor exato é fixado após a peritagem em mão.
Intervalos ilustrativos a 17 de junho de 2026, sujeitos à evolução do mercado.
Antes de vender
Reúna os seus acessórios originais e evite limpezas agressivas do cannage. Para um intervalo personalizado e uma recompra firme paga em 48 horas, apresente a sua mala na página dedicada: revender a sua mala Dior. Em dúvida sobre outra casa? Veja também quanto vale uma mala Chanel.