Autenticar uma mala Chanel não se resume a um único detalhe, mas à coerência do conjunto: uma boa contrafação às vezes acerta num ponto, raramente em todos ao mesmo tempo. Eis as zonas que os nossos peritos de marroquinaria verificam sistematicamente.
Os pontos de controlo essenciais
- Pele e acolchoado. Grão regular, firmeza da pele e, sobretudo, alinhamento do acolchoado: numa peça autêntica os losangos encontram-se de forma limpa, incluindo nas costuras e à volta dos bolsos.
- As costuras. Pontos cerrados, regulares e constantes. Costuras irregulares ou demasiado espaçadas são um sinal de alerta.
- O fecho CC. O C direito sobrepõe-se em cima, o C esquerdo sobrepõe-se em baixo. As ferragens são pesadas, bem acabadas, sem rebarbas.
- A gravação «Chanel». Cunhagem nítida e regular da marca e do «Made in France» / «Made in Italy», a uma profundidade constante.
- Número de série e cartão. O número (holograma no interior) deve ser coerente com o cartão de autenticidade e com a época presumida da mala.
- Os acabamentos. Forro, rebites, corrente entrelaçada de pele: a Chanel não descura nenhum detalhe.
As ciladas mais frequentes
As «superfakes» recentes reproduzem bem o logótipo e a forma, mas muitas vezes traem-se no conjunto: acolchoado ligeiramente desalinhado, ferragens demasiado leves, um holograma incoerente com o número, ou um cheiro invulgar a cola. Um conjunto de indícios conta mais do que um critério isolado — e alguns elementos (cartão, caixa) também são copiados: por si só nunca provam a autenticidade.
Mandar autenticar a sua peça
Uma verificação visual dá uma boa indicação, mas só uma peritagem física é decisiva. Na Ecrila, cada mala é controlada em mão antes de qualquer oferta firme — conheça o nosso processo de peritagem. Se o exame revelar uma contrafação, não é formulada qualquer oferta e a peça é-lhe devolvida gratuitamente.
Uma vez tranquilo quanto à autenticidade, veja quanto vale a sua mala Chanel na revenda ou apresente-a diretamente para recompra.